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Residência Artística na Lua

Além de ser uma casa cultural e artística, a Casa Amarela tem também uma residência de artistas, que já recebeu artistas nos vários quartos à disposição, que inclui a espetacular Lua. Recebemos artistas de todo Brasil, e do mundo inteiro para residência. Em troca, eles fornecem oficinas culturais, educativas e artísticas para a comunidade, compartilham a suas experiências e frequentemente têm a oportunidade de exibir os seus trabalhos e os resultados dos projetos desenvolvidos e construídos com os jovens.

Se tiver interesse em participar da nossa residência, nos mande sua proposta de projeto por e-mail : casaamarelaprovidencia@gmail.com, e logo entraremos em contato com você!

 

Dê uma olhada nos últimos artistas em residência que vieram da França, dos Estados Unidos e do Brasil:


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Delphine Diallo, uma fotógrafa visual Franco-Senegalesa que mora em Nova York, se hospedou por cinco dias para viver uma experiência com a comunidade e dar aulas de lambe-lambe para os jovens! Foi um sucesso e uma nova experiência maravilhosa com as crianças que aprenderem a se comunicar em uma outra língua.

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Rachel Marks, artista contemporânea, dançarina e educadora, baseada na França e professora de arte na Parsons Paris New School of Design. Ela ficou por duas semanas na nossas residência de artistas, e desenvolveu um projeto de natureza, intitulado “Naturae Liber”. Ela usa livros antigos e retorna-lhes no estado natural de árvores, de onde eles vieram. Durante a sua estadia, ela criou duas dessas árvores, trabalhando mais de 30 horas com os nossos jovens.

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Redha Medjellekh, um produtor e coreógrafo Francês, criador de Red Is Dancing, uma plataforma e agência especializada em dança, nos presentiou com a sua presença e trabalho incrível. Ele produziu um vídeo de dança introduzindo nossas meninas jovens mostrando o seus talentos em dança afro, hip-hop e funk com a ajuda de nossos professores de dança Ernane Ferreira e Juliana Melo, e uma orquestra de música clássica também oriunda da Providência, a “Orquestra de Rua”, composta por Gláucia da Silva Maciel, Gilbert Vilela Gomes Junior, Juliane Nascimento de Souza e Jéssica Cristina D’Ornelas.

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Max Frieder, cofundador e codiretor de Artolution, um projeto de arte colaborativo desenvolvido no mundo inteiro em campos de refugiados e zonas de conflitos tanto em Bangladesh, Turquia, Columbia, Paquistão como em Calais, na zona norte da França. Ele passou quatro dias com a comunidade criando uma peça incrível de arte e música – o “foundstrument” (de objetos achados), usando objetos reciclados recolhidos pela favela pelas crianças. Foi de todos os projetos, o mais musical, colorido e surpreendente, no qual as crianças tiveram liberdade e experiência de tornar lixo em uma peça de arte.  

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Mariche, fotógrafa Francesa e membro da equipe Clichés Urbains, passou uma semana inteira na Providência trabalhando com as crianças e adolescentes em um projeto de fotografia. Ela ofereceu aulas de fotografia com técnicas diferentes tanto de perspectivas como “lightpainting” também usando ideias como competição de “sleeveface” refletindo sobre questões como discriminação racial e vida política. No final de sua residência, todos os participantes receberam um certificado de participação e agora estão aguardando as próximas oportunidades de experiências com fotografia.